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CONGRESSO DA CAF
CAF reúne em congresso ordinário






Egipto [EGI]
O Egipto, o rei dos campeonatos africanos, está fora do Mundial. A aposta, agora, é a competição que Angola acolhe. O Egipto é inquestionavelmente uma das maiores forças do futebol africano.
Vencedores em casa do Campeonato das Nações Africanas de 2006, após uma emocionante final contra os ivoirienses de Didier Drogba, os Faraós repetiram a proeza contra o Camarões, no Ghana, há dois anos.
Vencedores de um título continental pela sexta vez, os Egípcios mostraram o talento da sua equipa, num campeonato que lhes assentava na perfeição. Este êxito deve também ser atribuído ao lendário "Mestre do Nilo”, Hassan Shehata. De carácter forte, o ex-futebolista prodígio tornou-se no treinador que substituiu o italiano Marco Tardelli, no final de 2004, tornando-se uma verdadeira proeza para um dirigente egípcio.
A grande vantagem de Shehata sobre os seus colegas africanos é poder contar com jogadores do Al Ahly, a melhor equipa africana em 2005 e 2006, e com outros do Zamalek. O Al Ahly oferece actualmente um grande número de jogadores à selecção nacional, o que permite que os seus integrantes se conheçam e facilita a fluidez da equipa.
De fora para o Egipto chegam o capitão e cérebro da equipa Ahmed Hassan, os defesas Wael Gomaa e Ibrahim Said, os centrais Mohamed Shawky e Hassan Mostafa e o avançado Mohamed Zidan. O líder emblemático da selecção Hassan (Anderlecht), o sucessor do lendário Hossam Hassan, é capaz de marcar a diferença com o seu extraordinário pontapé de bola.
Mohamed Zidan (Hamburgo) e Amr Zaki (actua na Inglaterra) são uma dupla de atacantes velozes e competentes, que dão ao Egipto um potencial ofensivo digno da Côte d’Ivoire, dos Camarões do Ghana ou do Togo. Assim, na defesa, Wael Gomaa é o rei de uma unidade sólida e disciplinada.
O Egipto ocupa lugar privilegiado na história do futebol africano. Foi o primeiro país do continente a participar num Campeonato do Mundo, isto em 1934. Na altura, os Faraós beneficiaram da renúncia da Turquia e ficaram qualificados após uma esmagadora vitória de 11-2 sobre a Palestina. No entanto, a sua estadia em Itália acabou por ser muito breve: uma derrota de 4-2, perante a Hungria, na primeira partida, acabou por os enviar de volta para casa.
Treinador: Hassan Shehata
Federação Nacional de Futebol: http://www.efa.com.eg/


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